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BIOGRAFIA

Natália Larangeira já revela uma promissora carreira como regente de ópera, coro e orquestra. Destaca-se o mais recente prêmio em 2º lugar no III Concurso para regentes da Opera de Baugè (França/2019). 
Iniciou seus estudos musicais no Conservatório Arte Musical de Osasco. Formou-se em regência na UniFiamFaam na classe dos maestros Abel Rocha e Naomi Munakata. Dentre as orquestras que regeu destacam-se a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, Orquestra Jovem do Theatro São Pedro, Orquestra do Theatro São Pedro, Orquestra da Opera de Baugè (França), Atlantic Coast Orchestra (Portugal), Orquestra Bohuslav Martinu (Rep. Tcheca), Orquestra Sinfônica da USP, Orquestra Sinfônica Municipal de João Pessoa, Szolnok Symphonic Orchestra (Hungria), dentre outras. 
Recebeu orientação de renomados maestros como Guillaume Bourgogne (França), Kenneth Kiesler (USA), Donald Schleicher (EUA), Kirk Trevor (EUA), Johannes Schlaefli (Suíça), Martin Schmidt (Alemanha), Daisuke Soga (Japão), Osvaldo Ferreira (Portugal); Kurt Masur (Alemanha), Collin Metters (Inglaterra), Roberto Tibiriça; Jamil Maluf, Fabio Mechetti, Alpaslan Ertüngealp (Hungria), Konstantinos Diminakis (Grécia/Austria), Nicolás Pasquet (Uruguai/Alemanha),  Carlos Alberto Vieu (Argentina), Catherine Larsen-Maguire (UK/Alemanha) e Enrique Arturo Diemecke (Argentina). Entre os anos de 2017 s 2019 fez parte da turma de alunos do maestro Cláudio Cruz, sendo a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo a orquestra residente do curso.
Entre suas principais atuações destacam-se a direção das óperas “Comedyonthe bridge” de Bohuslav Martinu (2009), “L´occasionefail ladro” de Gioacchino Rossini (2010) e “Die Zauberflöte” de W. A. Mozart (2012), e “Gianni Schicchi”, de G. Puccini (2013), realizadas pela classe de regência orquestral e pelo Opera Studio da Oficina de Música de Curitiba: e da ópera “Falstaff”, de Verdi (2017) com a Orquestra de Bolsistas do Teatro São Pedro (SP); das óperas em concertos realizadas com a Orquestra do Theatro São Pedro (2018); a assistência em “Madama Butterfly”, de Puccini (2019), com a orquestra Sinfônica de Santo André, “La liberazione”, de Francesca Caccini (2021), com a Camerata Filarmônica de Indaiatuba.
Foi regente do Coral da Cidade de São Paulo (2010-2012), Coral do CEU Butantã, Coral do CEU Jaguaré (2012-2014), Coral Meninos Cantores de Campinas (2013-2015), Coro Sinfônico de Itu, Coro infanto-juvenil de Itu (2015-2017) e do Coral Infanto-Juvenil da Ong Manaem de Indaiatuba (2016-2018). Participou do projeto Canta São Paulo (TMSP-SP) como regente Tutora (2015). Regeu como convidada: a Orquestra de Cordas do Projeto Guri (2014),Orquestra Femina Chamber Orchestra (2016), Banda Sinfônica Jovem do Guri Santa Marcelina (2017), Banda Infanto-Juvenil do Guri Santa Marcelina (2017-2018). 
Em 2018 fez sua estreia na Sala São Paulo à frente da Orquestra Jovem do Estado de São Paulo. Em 2019 participou do processo seletivo para regente assistente da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, fazendo o seu debut na Sala Minas Gerais; no mesmo ano fez sua estréia no Teatro Colon no concerto de encerramento da Masterclass de regência com o maestro Enrique Diemecke. E foi também regente convidada da Orquestra Sinfônica de Piracicaba e da Orquestra sinfônica da USP.
Participa do movimento Mulheres Regentes e atua como regente Titular e Diretora Artística da Camerata Filarmônica Brasileira, e regente assistente da Orquestra Sinfônica de Santo André. Atualmente é mestranda em Performance na Universidade de Campinas (Unicamp/SP) e assumiu o cargo como diretora assistente da Orquestra Filarmônica de Buenos Aires, no Teatro Colon (Argentina). Paralelo às atividades como regente, trabalha como produtora, gestora de projetos sócio culturais e palestrante em treinamentos de equipes de alta performance.